Video game enquanto arte

Colin Northway, criador de Incredipede e Fantastic Contraption,  comprou um notebook barato, criou nele o jogo “Shader” e depois de concluí-lo vai destruir todas as portas e antenas, e vai colar o disco rígido para que seu jogo fique para sempre somente neste notebook. A idéia do dev/artista é criar uma peça única que somente existirá no notebook em algum museu, como uma escultura ou um quadro.

Colin:  “Eu sempre pensei como seria pintar um quadro e ter somente aquilo…estou tão acostumado a poder copiar inidefinidamente (software), quero saber como é ter somente um único item de alguma coisa. Suar e trabalhar para criar algo que é singular. Quero saber como um pintor se sente quando ele terminar um quadro.”

Colin Northway

É um conceito interessante que me fez pensar sobre a vulgarização da arte, e sim, pra mim jogos são obras de arte, em prol da massificação e lucro, uma espécie de ‘toyotismo’ digital. Hoje em dia mal conhecemos os artistas por trás de obras de grandes estúdios com raras exceções como Pete Molyneaux, Ken Levine, David Cage, Shigeru Miyamoto etc. O efeito colateral disso são o excesso de jogos ‘genéricos’ sem grandes ambições artísticas. Vamos dar nome aos bois para um dia, quem sabe, colhermos como fruto jogos originais, belos, divertidos e eternos.

​Fonte: http://northwaygames.com/

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